No último dia 11 de dezembro, foi apresentado para os Presidentes, Diretores e Executivos das Associações que integram a Rede empresarial do Espírito Santo, o Planejamento Estratégico, que irá nortear os trabalhos em rede nos próximos anos.
O Diretor de Redes do ES em Ação, Sergio Mileipe, destaca, em entrevista, a importância do plano, seus objetivos e como esta inciativa deve fortalecer a Rede Empresarial no Espírito Santo.
Qual a importância desse planejamento para a Rede Empresarial?
Sérgio Mileipe: Tomando como base a experiência bem-sucedida do ES em Ação, que desde 2005 é parceiro na elaboração do Planejamento Estratégico de Longo Prazo do Estado do Espírito Santo, entendemos que, para a Rede Empresarial, também seria fundamental construir um planejamento capaz de amparar e orientar todas as entidades que a compõem. Reunir neste documento nossos Valores, Princípios e Eixos Prioritários é essencial para garantir uma atuação integrada.
Qual é a visão central que orienta o planejamento da Rede Empresarial para os próximos anos?
Sérgio Mileipe: Considerando que, atualmente, somos 13 entidades espalhadas de norte a sul do estado, existem naturalmente diferenças nas prioridades e formas de atuação. O Planejamento Estratégico que foi elaborado, tem por objetivo delimitar e dar holofote aos pontos de convergência dessas instituições, o que é o cerne da atuação da Rede Empresarial.
De que forma o planejamento contribui para fortalecer o ambiente de negócios e a competitividade do setor empresarial no Estado?
Sérgio Mileipe: O Planejamento contribui ao mapear todas as nossas confluências, garantindo que nossa atuação em Rede seja mais forte e representativa. Assim, podemos nos posicionar de forma estratégica e liderar iniciativas relevantes para o setor produtivo capixaba.
De que maneira o planejamento da rede empresarial busca gerar impacto positivo para a sociedade capixaba?
Sérgio Mileipe: Ao reconhecer nossos Eixos Prioritários, podemos unir esforços e atuar de forma mais efetiva em temas essenciais, como a disponibilidade de mão de obra qualificada e a infraestrutura.
